Turismo no Brasil

30.11.05

Oito razões para viajar pelo Brasil!

Por que viajar pelo Brasil:

  1. Porque é muito fácil chegar até aqui.
    29 companhias aéreas internacionais atuam no Brasil.
  2. Porque o Brasil é exuberante por natureza.
    Aqui a beleza brilha no sol, nas paisagens, nas cachoeiras e, principalmente, no sorriso de cada brasileiro.
  3. Porque ótimas opções de hotéis não vão faltar.
    Das 20 maiores redes de hotéis do mundo, 16 estão presentes no Brasil.

  4. Porque no Brasil você encontra gente do mundo inteiro.
    Milhares de imigrantes de todo o mundo optaram por viver aqui: nem precisa dizer que eles também viraram fãs do Brasil.
  5. Porque quem vem ao Brasil vira fã.
    97% dos turistas que visitam o Brasil pretendem voltar em breve.

  6. Porque a diversão está incluída em todas as diárias.
    Festas populares, passeios ecológicos, jogos de futebol, concertos musicais. É diversão garantida para todos os gostos e idades.

Por Simony R. Marins.

Texto - Site da Embratur/ Divulgação do Brasil no exterior

O Brasil é o maior país da América Latina. Cobrindo quase a metade (47,3%) da América do Sul, ocupa uma área de 8.547.403,5 km2. É o quinto maior país do mundo depois de Canadá, Federação Russa, China e Estados Unidos. Exceto por um pequeno número de ilhas, o Brasil é constituído por uma única e contínua extensão territorial. A linha do Equador passa pela região Norte do País, próximo a Macapá; o Trópico de Capricórnio corta o País ao Sul, próximo a São Paulo.A extensão do Brasil no sentido leste-oeste (4.319,4 km) é quase equivalente a sua maior distância no sentido norte-sul (4.394,7 km). O País faz fronteira com Guiana Francesa, Suriname, Guiana, Venezuela e Colômbia, ao norte; Uruguai e Argentina, ao sul; e Paraguai, Bolívia e Peru, a oeste. O Equador e o Chile são os dois únicos países do continente sul-americano que não têm divisas com o Brasil. O Oceano Atlântico estende-se por toda costa leste do País, oferecendo 7.367 km de orla marítima.
Idioma
O português é o idioma nacional, mas o sotaque e a entonação são bem diferentes do que se ouve em Portugal e outras antigas colônias portuguesas. Há quem afirme que os brasileiros falam "brasileiro", da mesma forma que os americanos podem dizer que falam "americano", e não inglês. Há, ainda, muitos brasileiros descendentes de imigrantes que falam o alemão e o italiano, especialmente nas cidades do sul do País.

Brasil - um país com um sorriso aberto aos visitantes
A mistura de raças fez do Brasil um país com uma cultura rica e ao mesmo tempo única. A miscigenação começou entre o índio, o africano e o português, mas logo vieram imigrantes de todo o planeta: europeus, asiáticos, judeus, árabes. O resultado foi um povo alegre e aberto ao novo, como só existe no Brasil. Devido a essa grande diversidade, o Brasil é uma das últimas províncias da Terra em que ninguém é estrangeiro, onde é possível mudar um destino sem perder a identidade e onde cada brasileiro tem um pouquinho do mundo em seu sangue. Talvez seja esse o motivo de o brasileiro receber tão bem quem vem de fora. Segundo pesquisas realizadas com turistas estrangeiros que visitaram o País, 97,2% pretendem voltar em breve; 56,5% tiveram suas expectativas amplamente atendidas; e, para 31,7%, as expectativas foram todas superadas. Como você já pôde perceber, quem vem ao Brasil vira fã à primeira visita.
A democracia brasileira
O Brasil é república desde 1889. Neste período, o País viveu pouco mais de trinta anos de democracia (1946-1964 e de 1985 até o presente). Ainda assim, é uma das nações mais democráticas do mundo. Reconquistada após 21 anos de ditadura militar, a democracia brasileira mostrou-se vigorosa, tornando-se parte importante da vida de seu povo. O Congresso Nacional funciona com a regularidade de um relógio há 175 anos. Somente em três ocasiões, em toda a história do País, deputados eleitos não completaram seus mandatos. A força do Congresso é tamanha que nem mesmo a ditadura militar dos anos 60 pôde prescindir dele. Desde 1823 há eleições nacionais no Brasil, e uma abertura para o registro de eleitores incomum, mesmo para os padrões das democracias européias.

Embratur/ Por Simony R. Marins

A MAGIA DE PARINTINS


Os aspectos físicos e geográficos não traduzem totalmente o que é Parintins, a cidade dos Bumbás Caprichoso e Garantido, mas também uma cidadela simples que impõe atitude pelas diversas particularidades que possui e que encanta qualquer visitante. Hospitalidade, alegria, devoção e simplicidade são as chaves do sucesso dessa cidade.
O modo de vida do parintinense é fruto de uma cultura mágica, difícil de explicar. Sem a euforia dos dias que antecedem o grande festival folclórico, Parintins é apenas uma aldeia de gente muito simpática, que anda pelas ruas de bicicleta, que pinta as fachadas das casas da cor do boi que faz pulsar a paixão, que conversa das tardes ao anoitecer em cadeiras de embalo nos batentes das portas e que também veste a melhor roupa, aos domingos para reverenciar na belíssima Catedral a santa do lugar, Nossa Senhora do Carmo.
É um cotidiano simples, mas ao mesmo tempo repleto de artes. O povo de Parintins já nasce com dons especiais. São artistas que compõem, cantam, esculpi, pintam com muita habilidade e até criam novos rumos para o português, inventando um linguajar próprio. Bastam um visitante chegar que eles querem demonstrar carinho, fazendo sentir-se em casa, chamando logo de parente (o mesmo que cara ou irmão), mostrando a cidade e seus talentos com orgulho.
Cidade cercada de belezas naturais, Parintins, a ilha do Paraíso, se completa mesmo pelo povo que tem. Os atrativos turísticos se tornam, portanto, importantes, mas não fundamentais. A Catedral de Nossa Senhora do Carmo, a Vila Amazônia, as praias de Taracuera ou do Varre Vento e Serra de Parintins são visitas obrigatórias, mas não perca uma bate-papo informal com a gente do local. Afinal, Parintins é repleta de personalidades e de mitos como seu Valdir Viana, famoso curandeiro; Dona Maria Ângela, a mulher que tem a casa e os objetos todos em vermelho em homenagem ao boi Garantido, ou até o sábio e folclorista Simão Pessoa, praticamente o engenheiro intelectual do bumba Caprichoso.
Visite os currais dos bois em Parintins, Caprichoso e Garantido, os personagens que projetam a cidade para o mundo. Conheça tudo e não esqueça, é claro, da culinária do local. E imprescindível.

Por Raissa Amorim Torres

FONTE: parintins.com

Plano Aquarela

Você já ouviu falar na Marca Brasil?

Todo país tem sua marca, conhecida por todo o mundo. O Brasil desenvolveu uma nova marca recentemente , fruto de várias pesquisas. Destas pesquisas surgiram não só a marca, mais informações valiosíssimas para o desenvolvimento turístico do Brasil.
Foram feitas pesquisas de Opinião interna - com os Estados, Entidades de Classe, Iniciativa privada e Conventions – e de Opinião do Trade – com o Trade Internacional, em 18 países, ao todo 190 questionários. Também responderam aos questionários as dez maiores operadoras em faturamento operantes no Brasil.
Os pontos de destaque da Pesquisas foram as operadoras carentes de informação sobre o Brasil, concluindo-se que os materiais informativos sobre o país devem mostrar toda a variedade de atrações locais (clima, geografia, natureza e cultura).
È claro que os turistas também entraram nesta pesquisa: foram 5000 questionários distribuídos para turistas potenciais em 18 países. Os turistas que passavam férias no Brasil foram consultados ao retornarem para seus países, com 1200 questionários distribuídos em 8 aeroportos nacionais.
Os principais pontos de destaque foram que cada mercado mostra situações diferentes, o que determina uma ação segmentada por países e não apareceram muitos aspectos negativos.
A Pesquisa mostra que, para 75% dos entrevistados, o que o Brasil tem de positivo é a natureza e, para 52%, o povo – o que motiva a vinda ao Brasil é a natureza, mas o turista sai agregando um novo valor: o povo brasileiro. O principal atributo do Brasil é a alegria do povo brasileiro; é o que salta aos olhos do turista.
Os motivo para a escolha do Brasil como destino turístico são: Sol e Praia; conhecer; beleza natural; cultura viva; povo; recomendação.
Descobriu-se que o Brasil é um país que fideliza: 86% dos turistas têm intenção de voltar para conhecer novos lugares, pelas belezas naturais, pelo povo ou simplesmente porque adorou o país. E o melhor: 99% dos visitantes recomendam o Brasil!
Para o desenvolvimento da marca, foram definidas as cores do brasil: verde (florestas); amarelo (sol, luminosidade); vermelho e laranja (festas populares); azul (céu, água) e branco (festas religiosas). Definiu-se ainda os 5 grande segmentos e seus nichos: Sol e Praia, Ecoturismo, Esportes, Cultural, Negócios e Eventos, Grandes Circuitos.
Processo de criação da marca
Contratação da ADG para desenvolvimento do concurso e aprovação de várias áreas do governo e sociedade: júri composto por ministério do Turismo (Embratur), Ministério do Desenvolvimento (APEX), Presidência (SECOM), ADG e Chias Marketing. O Processo começou com a seleção de 5 de 39 portifólios. A seguir, uma reunião de briefing com 5 escritórios e a apresentação de referência iconográfica de Burle Marx. Foi feita uma visita ao escritório e acordo para a autorização do uso da imagem Burle Marx. Por fim, houve um julgamento com construção de consenso.
Surge assim a nova Marca Brasil, lançada na Fiesp em 18 de fevereiro. Um novo estande do Brasil foi lançado em 11 de março, na ITB, em Berlim, Alemanha. Para a divulgação da marca foram peças promocionais e comparando a marca Brasil com as marcas de outros países, observou-se o destaque da nova Marca, ou seja, o sucesso do Plano Aquarela.
Algumas aplicações da marca: guaraná Antártica, bola de futebol Penalty, Varig, café Abic, cachaça Espírito de Minas, cangas de praia Rosa Chá, camisetas Hering, sacolas promocionais de feiras.

Por Thays Venturim Guimarães

29.11.05

Pesquisas sobre Turismo no Brasil

Um blog sobre Turismo no Brasil merece pesquisas sobre o Turismo no Brasil.
A Revista Turismo (http://revistaturismo.cidadeinternet.com.br/) publicou pesquisas sobre quatro das cinco regiões brasileiras.

Na primeira, sobre qual estado da região Nordeste as pessoas gostariam de conhecer, consolidaram-se expectativas e constataram-se surpresas:
Bahia – É o principal destino do turismo nordestino, mesmo passando a onda do Axé que impulsionou muito as viagens a alguns anos.
Sergipe e Piauí – Necessitam de maior divulgação .
Rio Grande do Norte – Segunda colocada na pesquisa, á frente de Ceará, Maranhão e Pernambuco.
Alagoas – Esperava-se maior percentual devido as suas praias magníficas.

A segunda pesquisa foi sobre qual estado preferido para viajar nas regiões Sul e Centro-Oeste. Santa Catarina ganhou a preferência de viagens na região sul, influenciada principalmente por suas lindas praias e pela sua capital ser uma ilha rodeada pelo mar. Goiás ganhou a preferência de viagens na região centro-oeste, Caldas Novas cresce ainda mais na preferência.

Na pesquisa sobre qual estado da região Sudeste as pessoas preferiam conhecer, Minas Gerais ficou em primeiro, seguida do Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. O Rio de Janeiro continua lindo, mas cada vez perde preferência devido ao problema de segurança na cidade e constantes conflitos policiais. São Paulo para lazer é pouco procurada, sua maior fonte é o turismo de negócios. Minas Gerais, no “Turismo Rural” e as cidades históricas estão seu maior trunfo para atrair os turistas. E cresce a procura pelas praias do Espírito Santo; os turistas estão descobrindo o estado.

Por Andréa S. Prezzi

16.11.05

Plano Nacional de Turismo segundo Walfrido dos Mares Guia

O ministro do Turismo Walfrido dos Mares expôs no Jornal de Turismo de 25/10/2005 que a exploração do mercado turístico brasileiro é muito pequena e isso devido as políticas públicas de incentivo ao turismo que não tiveram continuidade no decorrer dos diferentes governos; Além disso, critica a idéia de comemorar cinco milhões de turistas, enquanto países como o México estão comemorando vinte milhões. E ainda defende a idéia de que com a criação do Ministério do Turismo houve um fortalecimento do Conselho Nacional do Turismo e do Fórum de Secretários e, com isso, haverá uma melhor facilidade para o investimento dos empresários e dos estrangeiros, a medida que perceberem que as políticas públicas são viáveis.


Por Simony R Marins e Maria Gabriela Evangelista

Fórum Mundial do Turismo

Dos quatro dias em que se seguiram os painéis do Fórum apenas na terça-feira (25/10) e quarta-feira (26/10), foram muitos e diversos os assuntos abordados, como:

Turismo Sustentável e Infância
Turismo e Desenvolvimento Econômico
Turismo e Desenvolvimento Social
Turismo e Preservação da Biodiversidade
Turismo e Diversidade Cultural
Turismo e Esporte
Turismo e Mídia
Turismo e Condiçoes para a Paz
Entre outros

Nestes painéis foram feitos muitos estudos de casos a respeito do desenvolvimento da atividade turística em diversos países e sob diversas vertentes. Fatores geradores, sua aplicação e consequências tanto econômicas, quanto sociais e culturais foram tratadas, tornando o Fórum , um campo fértil de exemplos para o estabelecimento efetivo e bem sucedido da atividade no Brasil.
Todos os painéis acabavam por convergir em soluções criativas que podem ser muito bem aproveitadas pelo Brasil na sua caminhada para um Turismo sustentável.
No painel sobre Turismo e Desenvolovimento Social com o tema: Envolvendo comunidades locais, foram expostos trabalhos de Ongs, que em sua maioria eram agências de viagens. Estas uniam o trabalho realizado a iniciativa de promover a inclusão social das poulações autóctones de diversos lugares em todo o mundo, captando mão de obra voluntária também de ordem mundial.
Neste foi muito discutida a importância de se implantar uma infra-estrutura para o desenvolvimento social, esta serviria de base para uma perfeita integração com o Sistema Turístico, já que o mesmo teria recursos otimizados e a população seria incluida economicamente na atividade. Isto se daria através da preparação profissional das populações residentes através do auxílio de uma Super-Estrutura engajada.
POr Simony R. Marins.

14.10.05

Uma análise crítica do texto do Professor Dr. Davis Gruber Sansolo da Professora Dra. Rita de Cássia Ariza da Cruz

Uma questão muito discutida ao tratar-se do PNT, é a respeito do envolvimento do Estado numa atividade onde as principais atuações focam-se nos setores privados, quanto a isso, os professores Davis Sansolo e Rita da Cruz apresentam uma crítica demostrando que na Alemanha por exemplo, o desenvolvimento do Turismo não é submetido à nenhum ato geral, sendo influenciado por outras políticas setoriais como a política de transportes, fiscais, de saúde, de trabalho, sociais, de educação e outras. Todas estas, segundo eles, consideram o Turismo como uma política relevante para o país e portanto, deflagram ações específicas voltadas para o setor. As políticas lá, estão em constante comunicação com as outras políticas setoriais.
Muito válida esta gestão, entretanto, no Brasil, possuimos uma realidade, em todos os âmbitos, distinta. Portanto, julgo eu, um Plano a nível Federal, de grande importância para justamente impulsionar esta mesma consciência nos setores envolvidos. O Estado vem com uma função de promotor deste ideal, para que com o tempo, a atividade possa, através da integração do sistema, se autogerir, o que não seria utópico, através mesmo do exemplo alemão.
Por Simony Marins

13.10.05

PNT: descrição e análise crítica

O Plano Nacional do Turismo (2003 - 2007), coloca-se de forma muito bem estruturada, o mesmo apresenta pareceres do Presidente da República e do Ministro de Turismo, descreve os organismos responsáveis por gerir a atividade no país, faz um diagnóstico da atual realidade do setor, com os principais problemas responsáveis por travar o desenvolvimento, demonstra a Visão, os objetivos gerais e especificos, as Metas para 2003-2007, os Macro-Programas, além das entidades que contribuíram para as propostas do próprio Pano.
Como não poderia ser diferente, o Plano traz uma análise bem otimista do desenvolvimento do Turismo no Brasil. Toda a sua diversidade natural, cultural, econômica e histórica, como sempre, são apontadas como os principais atribuitos para o sucesso da atividade e os benefícios através dela gerados, como as repercusões sociais também são bem explorados.
A visão apresentada pelo Plano, é a de que o turismo no País, contemplará as diversidades regionais, configurando-se pela geração de produtos marcados pela brasilidade, proporcionando a expansão do mercado interno e a inserção efetiva do Brasil no cenário turístico mundial. A geração de emprego, ocupação e renda, a redução das desigualdades sociais e regionais, e o equilíbrio do balanço de pagamentos sinalizam o horizonte a ser alcançado pelas ações estratégicas indicadas.
Dentre os objetivos, o Plano prega como gerais o desenvolvimento do produto turístico brasileiro com qualidade, contemplando nossas diversidades regionais, culturias e naturais, além do estimulo e facilitação do consumo do produto turístico brasileiro nos mercados nacional e internacional. Como explícitos, os exemplos são a qualidade do produto turístico, a diversificação da oferta, a ampliação do mercado de trabalho, além de outros.
As Metas para os cinco anos de atuação do PNT apresentam-se de maneira ambiciosa, em vista das atuais circunstâncias do setor no Brasil, que ainda conta com uma deficiência crônica na gestão e operacionalização de toda infra-estrutura básica (saneamento, água, energia, transportes) e turística, com uma insuficiência de recursos e falta de estratégia e articulação na promoção e comercialiação do produto turístico brasileiro, além de outros problemas .
São elas: Criar condições para gerar 1.200.000 novos empregos e ocupações; aumentar para 9 milhões o numero de turistas esrangeiros no Brasil, gerar 8 bilhões de dólares em divisas, aumentar para 65 milhoes a chegada de passageiros nos vôos domésticos e ampliar oferta turística brasileira, desenvolvendo no mínimo três produtos de qualidade em cada Estado da Federação e Distrito Federal.
Por Simony R. Marins

7.9.05

Como ajudar no crescimento do Turismo no Brasil?

Em julho de 1994, foi implantada no Brasil a nova moeda, o Real, que com equiparidade com o dólar, fez com que pudessem ser feitos maiores investimentos no Turismo. Os governantes passaram a articular projetos relacionados ao turismo, visando a geração de renda.
Quando ocorreu a desvalorização do Real, o Brasil se tornou um atrativo barato para estrangeiros e o turismo interno aumentou também, já que ficou caro para os brasileiros saírem daqui.
Com o desenvolvimento do turismo para estrangeiros no Brasil, começou a ser feita a divulgação no exterior de todos os atrativos brasileiros. Com isso, o País vem se tornando, ainda de forma tímida, um mercado turístico competitivo e atraente. Já são quase incontáveis os investimentos no setor turístico brasileiro, tanto nacional quanto estrangeiro.
Investimentos do setor privado também são feitos... Mas, o turismo também precisa de uma visão macro desse mercado. Não há atividade turística sem as prioridades básicas, como: infra-estrutura de acesso, qualificação profissional, segurança, empreendimentos diferenciados e qualidade no atendimento, enfim, planejamento. Não basta só construir hotel, tem q estar com todo o entorno pronto pra receber o hotel e sua demanda. O Brsil é um país muito rico em natureza e cultura, é necessário investir em outros segmentos do turismo de tal forma que o turista possa se interessar em explorar outras atividades desvinculadas do turismo de massa.
E você, o que acha que ainda pode ser feito pra fomentar e melhorar o Turismo no Brasil?
Por Pedro Henrique Lopes